entrevistas

Leia algumas das entrevistas que eu fiz com filósofos, psicanalistas, intelectuais, economistas etc, que passaram pelo Café Filosófico da CPFL Cultura


Paulo Roberto da Silva – Ode a vida simples
O professor Paulo Roberto da Silva, um dos exponentes do movimento da simplicidade voluntária, propõe adaptações em nosso estilo de vida. Sua palestra “Consciência e abundância” fechou o módulo Desafio da sustentabilidade na CPFL Cultura, em Campinas.

Alexandre Costa – A valorização do corpo no pensamento contemporâneo – Em entrevista, o filósofo chama atenção para a relação da sociedade contemporânea com o corpo.

Luciana Ayer – O que é ter saúde no mundo contemporâneo?– Esta é a questão que a nutricionista Luciana Ayer responde na entrevista: “…levar uma vida saudável é mais simples do que se pensa – de fato, é abandonar o industrializado pelo natural, o complicado pelo simples”.

Jorge Forbes – A globalização é uma mulher – Um dos principais introdutores do pensamento de Jacques Lacan no Brasil, o psicanalista Jorge Forbes lançou um novo olhar sobre a nossa nova ordem mundial: a globalização … Ele tece uma rede de argumentos que formam uma comparação surpreendente entre as características do mundo globalizado e do universo feminino.

Luiz Orlandi – A Ética em Deleuze – A virtuosidade da filosofia de Deleuze ganha vida em cada palavra do filósofo Luiz Orlandi. “…A crença Deleuziana é um dos tópicos mais difíceis de se desvendar, pois não é uma crença simplesmente caudatária das crenças religiosas, é uma crença que leva você a perguntar pelas próprias razões e ainda ser possível acreditar no mundo”.

Luiz Felipe Pondé – Do que ainda temos medo no século 21? – O medo, companheiro inseparável do homem, se manifesta em diversas formas e se desenvolve ao longo dos anos, acompanhando as mudanças estruturais e psicológicas de cada sociedade. Mas do que ainda temos medo no século 21? Para abordar este tema fascinante, o filósofo Luiz Felipe Pondé colocou o medo do divã e fez uma análise completa: filosófica, psicológica e religiosa.

Murilo Salles – O cinema, segundo Murilo Salles – Um diretor atento ao mundo contemporâneo. Assim podemos definir Murilo Salles, carioca que respira cinema desde criança. Após dirigir filmes como Nunca fomos tão felizes (1984), Faca de dois gumes (1988) e Como nascem os anjos (1990), ele mergulha em um universo em expansão para escrever e dirigir Nome Próprio: a história de jovens que descobriram nos blogs um meio de expressão.

Viviane Mosé – “Não somos mais Id, ego e superego” – A psicanálise recorre à filosofia: o homem descrito por Freud não é mais o mesmo. A urgência máxima é recuperar a potência de vida, aprender a lidar com a dor, nos livrar do niilismo criado pela falta e pelos excessos contemporâneos.

Maria Ribeiro – Tropa de Elite e o novo cinema brasileiroMaria Ribeiro, a atriz com jeito de menina, fala sobre o filme Tropa de Elite e sobre sua visão a respeito do cinema nacional.

Tales Ab’Saber – A ascenção do feminino– Apesar de parecer que está avançando em uma velocidade meteórica, a conquista da liberdade feminina é resultado de passos gradativos. O psicanalista Tales Ab’Saber se utilizou de mitos e de marcos sociais para demonstrar esta silenciosa – e poderosa – evolução.

Erika Cunha – Núcleo Vazantes – Com uma estética extremamente contemporânea, acompanhada por trilha sonora composta de músicas populares, o espetáculo Vazantes rompe com o lugar comum e apresenta um novo olhar sobre a cultura popular. A atriz Erika Cunha fala sobre o processo de produção do espetáculo.

Augusto Damineli – Planetas habitáveis neste e em outros sistemas solares – Com as ameaças do aquecimento global e da escassez dos recursos naturais, todos os setores de nossa sociedade se atentam para a fragilidade da vida. Na busca de entender melhor equilíbrio necessário para a sobrevivência, crescemos financiamentosde estudos científicos da vida fora do planeta Terra, conforme explica o astrônomo Augusto Damineli.

Marco Aurélio Nogueira – Ser politicamente contra a política – “A política institucionalizada está nos degradando profundamente”, dispara o cientista político Marco Aurélio Nogueira, chamando a atenção para a urgência de uma transformação política. “Vivemos nos últimos anos um tipo de sociedade onde o mercado não tem freios”.

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