What journalists are saying about journalism – wearejournalists.tumblr.com

wearejournalists.tumblr.com

Depoimentos de jornalistas sobre a profissão.

Summer Harlow, Knight Center

Fed up with “bad press about the press,” a reporter from the St. Petersburg Times in Florida has created a Tumblr site where, instead of writing about what is happening to other people, journalists can recount their own personal tales, reported Poyner.

The Tumblr site, “We Are Journalists,” proclaims that it is for all those “proud” journalists who “are terrified of more layoffs and paycuts” and who “would like to produce quality work without ‘obamasux99’ posting some non-sequitur rant at the end of it.”

Each post ends with a variation of the “We are Journalists” mantra: “I am a city hall journalist,” “I am a TV news producer,” “I am a…proud member of the 4th Estate.” And one of the best of all: “I am unemployed. I am a college media adviser. You bet your ass I am a journalist.”

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As flores do deserto de Atacama

As chuvas cobriram o deserto de Atacama de flores. Considerado um dos mais áridos do mundo, o deserto chileno localizado a 600 Km de Santiago guarda centenas de espécies de flores nativas que ficam adormecidas na areia, esperando a próxima chuva. Especialistas afirmam que a última vez que o deserto ficou tão florido foi em 1989.

Fotos AFP

 

 

 

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A estética LSD de “Brilho eterno de uma mente sem lembranças”

Brilho eterno de uma mente sem lembranças (Eternal sunshine of the spotless mind) é um filme muito lisérgico. E não apenas pelas cores do cabelo de Clementine (Kate Winslet) e pelos surtos psicóticos do casal, mas pelos incríveis cortes secos de imagem e som. Já é bem velhinho – de 2004 – mas sempre vale a pena ver de novo. E tem final feliz.

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“Blogs do Além” vira livro

São 99 blogs e mais dois prefácios: um verdadeiro, de Mino Carta, e outro fake, de Chico Xavier. Um ótimo presente para quando rolar o inimigo-secreto no seu escritório.

Top blogs do além:

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Radiohead – paperbag writer

O vídeo não é oficial, mas a música é muito boa. Tinha que ser do Radiohead.

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Post português sobre o neo-frugalismo

Disponível em: http://origemdasespecies.blogs.sapo.pt/1168484.html

«Os portugueses estão rendidos ao neofrugalismo», diz o Público. O que é o neofrugalismo? Uma nova tendência musical, uma vanguarda literária, um sistema ocidental de feng-shui? Não: uma coisa sensata, «a tendência mundial de consumo que foi prevista em finais de 2008 num relatório do falido banco de investimento Merril Lynch». Há males que vêm por bem.

Mas há coisas que convém situar no tempo. O «neofrugalismo» é, realmente, o modo como vivem os povos do Norte da Europa, muito longe dos padrões de consumo norte-americano — e, convenhamos, português nas últimas décadas. Ir ao restaurante uma vez por semana, ou menos; pensar bem antes de entrar numa loja de electrodomésticos, fazer contas antes de imaginar o novo computador, não acumular objectos desnecessários, jantar em casa — aquilo que o «neofrugalismo» propõe é, antes de mais, um modo de vida de país desenvolvido.

Quantos dos meus amigos suecos ou noruegueses vão jantar fora por mês? Muito, muito menos do que os portugueses. Quantas vezes trocam de carro ao longo da vida? Muito menos do que tem sido o padrão de consumo português e infinitamente menos do que é a norma norte-americana. Ao ler as estatísticas queixosas da indústria automóvel, por exemplo, não é possível evitar um encolher de ombros quando se lê que «este ano se venderam menos xxx carros do que no ano passado»; a doutrina do crescimento infinito, boa para excel e para gestores saídos da Procter & Gamble, tinha de ser posta em causa algum dia. Não só por causa da crise demográfica e porque os recursos do planeta são moderadamente finitos —mas porque não é sensato imaginar um mundo em que o destino de todas as economias é a delapidação contínua do património familiar em bens de consumo insensatos.

A chamada mediocridade nórdica (que não é apenas assunto de poesia — mas, já agora, está lá, desde o Havámal) tem a ver com isto: consumir menos, sujar pouco, contentar-se com a modéstia, produzir melhor. É um modo de vida que não pode ser confundido apenas com o «neofrugalismo», ou seja, como uma tendência irremediável de consumo. Menos iPods por ano, menos carros, menos desperdício, saber cozinhar, aproveitar o tempo para ler, menos idas ao cinema, etc.; ou seja, estar menos dependente, viver de acordo com as possibilidades.

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Menos é mais – ser frugal está na moda

Menos é mais – Frugal is the new back.

Nada de ter centenas de sapatos e peças de roupa que nunca são usadas. A moda – pelo menos nos países em recessão –  é ter um número limitado de peças básicas e essenciais. Será que cola?

Sites e blogs que ensinam ficar na moda gastando pouco estão pipocando pela internet:

The recessionista – therecessionista.blogspot.com
Frugalista life – www.frugalistalife.blogspot.com
Frugalism – www.frugalism.com

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Neo-frugalismo: vamos nessa?

Frugalismo: Evitar qualquer gasto desnecessário de dinheiro ou de qualquer coisa que será usada ou consumida. Evitar desperdício. 

O neo-frugalismo é uma onda que está tomando conta de países desenvolvidos. Diante da crise, europeus – e até americanos! – estão realmente pensando antes de comprar. Enquanto isso, habitantes de países emergentes como China, Brasil e Índia estão ‘caindo de boca’ nas novidades da tecnologia, moda e tudo mais que se possa imaginar, elevando o PIB e celebrando as cifras crescentes. Não seria o momento de apostar em uma outra lógica de mercado, se é que isso é possível? Afinal, país rico é país sem pobreza ou é país que consome muito?

O que aconteceria se o mundo todo embarcasse na onda do neo-frugalismo? Se as pessoas parassem de consumir sem necessidade, o mundo entaria em colapso ou a indústria e os bancos simplesmente teriam que encontrar outra maneira de operar?

Eu pagaria pra ver.

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Ganhando campo: China quer ter o novo diretor-gerente do FMI

Várias vozes defenderam nesta sexta-feira na China que o sucessor de Dominique Strauss-Kahn no Fundo Monetário Internacional (FMI) seja chinês, com o objetivo de refletir melhor a evolução da economia mundial.

Várias vozes defenderam nesta sexta-feira na China que o sucessor de Dominique Strauss-Kahn no Fundo Monetário Internacional (FMI) seja chinês, com o objetivo de refletir melhor a evolução da economia mundial

“Chegou o momento de dar fim ao domínio ocidental do FMI”, afirma o comentarista Shan Renping em um artigo pelo jornal oficial Global Times. “A China tem um grande número de pessoas competentes, capazes de desempenhar a função até agora ocupada por Strauss-Kahn”, afirmou.

Ele citou como possível diretor Zhu Min, ex-vice-presidente do Banco Popular da China, que se tornou conselheiro especial do diretor-gerente do FMI. A corrida pela sucessão começou na quinta-feira, após a renúncia de Strauss-Kahn, indiciado formalmente por tentativa de estupro e agressão sexual contra uma funcionário de um hotel de Nova York.

O Diário do Povo, órgão de comunicação do Partido Comunista, também defendeu um chinês como chefe do FMI. Pequim anunciou oficialmente que os países emergentes devem estar melhor representados no comando do Fundo, mas não apresentou a candidatura de um chinês ao posto de diretor-gerente. Após a reforma do FMI, a China se tornará o terceiro país com maior peso na instituição, atrás apenas dos Estados Unidos e do Japão.

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“Bother Me, I’m Thinking” – pessoas com déficit de atenção são mais criativas :D !

Why you should drop that espresso and bounce a ball instead
http://online.wsj.com/home-page
by Jonah Lehrer

We live in a time that worships attention. When we need to work, we force ourselves to focus, to stare straight ahead at the computer screen. There’s a Starbucks on seemingly every corner—caffeine makes it easier to concentrate—and when coffee isn’t enough, we chug Red Bull.

In fact, the ability to pay attention is considered such an essential life skill that the lack of it has become a widespread medical problem. Nearly 10% of American children are now diagnosed with attention-deficit hyperactivity disorder (ADHD).

In recent years, however, scientists have begun to outline the surprising benefits of not paying attention. Sometimes, too much focus can backfire; all that caffeine gets in the way. For instance, researchers have found a surprising link between daydreaming and creativity—people who daydream more are also better at generating new ideas. Other studies have found that employees are more productive when they’re allowed to engage in “Internet leisure browsing” and that people unable to concentrate due to severe brain damage actually score above average on various problem-solving tasks.

A new study led by researchers at the University of Memphis and the University of Michigan extends this theme. The scientists measured the success of 60 undergraduates in various fields, from the visual arts to science. They asked the students if they’d ever won a prize at a juried art show or been honored at a science fair. In every domain, students who had been diagnosed with attention-deficit disorder achieved more: Their inability to focus turned out to be a creative advantage.

And this lesson doesn’t just apply to people with a full-fledged disorder. A few years ago, scientists at the University of Toronto and Harvard gave a short mental test to 86 Harvard undergraduates. The test was designed to measure their ability to ignore irrelevant stimuli, such as the air-conditioner humming in the background or the conversation taking place nearby. This skill is typically seen as an essential component of productivity, since it keeps people from getting distracted by extraneous information.

Here’s where the data get interesting: Those undergrads who had a tougher time ignoring unrelated stuff were also seven times more likely to be rated as “eminent creative achievers” based on their previous accomplishments. (The association was particularly strong among distractible students with high IQs.)

According to the scientists, the inability to focus helps ensure a richer mixture of thoughts in consciousness. Because these people struggled to filter the world, they ended up letting everything in. They couldn’t help but be open-minded.

Such lapses in attention turn out to be a crucial creative skill. When we’re faced with a difficult problem, the most obvious solution—that first idea we focus on—is probably wrong. At such moments, it often helps to consider far-fetched possibilities, to approach the task from an unconventional perspective. And this is why distraction is helpful: People unable to focus are more likely to consider information that might seem irrelevant but will later inspire the breakthrough. When we don’t know where to look, we need to look everywhere.

HIGH PRODUCTIVITY: This fellow is likely coming up with a slew of new ideas

This doesn’t mean, of course, that attention isn’t an important mental skill, or that attention-deficit disorders aren’t a serious problem. There’s clearly nothing advantageous about struggling in the classroom, or not being able to follow instructions. (It’s also worth pointing out that these studies all involve college students, which doesn’t tell us anything about those kids with ADHD who fail to graduate from high school. Distraction might be a cognitive luxury that not everyone can afford.)

Nevertheless, this new research demonstrates that, for a certain segment of the population, distractibility can actually be a net positive. Although we think that more attention can solve everything—that the best strategy is always a strict focus fueled by triple espressos—that’s not the case. Sometimes, the most productive thing we can do is surf the Web and eavesdrop on that conversation next door.

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