Proibido calar catarses

Uma intervenção genial feita por artistas de Curitiba.

Proibido Calar Catarses - 02

Proibido Calar Catarses - 07Poderia ser apenas uma mensagem vinda do inconsciente de alguém desatento e com poucos conhecimentos gramaticais, mas é obra do artista Diogo Marques.

Mais imagens:
http://urbanogramas.wordpress.com/2011/08/05/proibido-calar-catarses/

Para quem ainda não entendeu
catarses = (do grego Κάθαρσιςkátharsis“) é uma palavra utilizada em diversos contextos, como a tragédia, a medicina ou a psicanálise, que significa “purificação”, “evacuação” ou “purgação”. Segundo Aristóteles, a catarse refere-se à purificação das almas por meio de uma descarga emocional provocada por um drama.

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Lumosity – seu cérebro mais brilhante

www.lumosity.com

Precisando colocar a massa cinzenta em forma? O site Lumosity pode te dar uma ajudinha. São diversos joguinhos e exercícios online que prometem melhorar sua memória, atenção, capacidade de resolver problemas e velocidade de raciocínio. É um serviço pago – US$ 9,90 por mês ou US$ 79,20 por ano – mas também tem a versão trial, que dura 14 dias. Eu até comecei os exercícios, mas parei porque esqueci a senha. Dã!Homer Brain

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What journalists are saying about journalism – wearejournalists.tumblr.com

wearejournalists.tumblr.com

Depoimentos de jornalistas sobre a profissão.

Summer Harlow, Knight Center

Fed up with “bad press about the press,” a reporter from the St. Petersburg Times in Florida has created a Tumblr site where, instead of writing about what is happening to other people, journalists can recount their own personal tales, reported Poyner.

The Tumblr site, “We Are Journalists,” proclaims that it is for all those “proud” journalists who “are terrified of more layoffs and paycuts” and who “would like to produce quality work without ‘obamasux99′ posting some non-sequitur rant at the end of it.”

Each post ends with a variation of the “We are Journalists” mantra: “I am a city hall journalist,” “I am a TV news producer,” “I am a…proud member of the 4th Estate.” And one of the best of all: “I am unemployed. I am a college media adviser. You bet your ass I am a journalist.”

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As flores do deserto de Atacama

As chuvas cobriram o deserto de Atacama de flores. Considerado um dos mais áridos do mundo, o deserto chileno localizado a 600 Km de Santiago guarda centenas de espécies de flores nativas que ficam adormecidas na areia, esperando a próxima chuva. Especialistas afirmam que a última vez que o deserto ficou tão florido foi em 1989.

Fotos AFP

 

 

 

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A estética LSD de “Brilho eterno de uma mente sem lembranças”

Brilho eterno de uma mente sem lembranças (Eternal sunshine of the spotless mind) é um filme muito lisérgico. E não apenas pelas cores do cabelo de Clementine (Kate Winslet) e pelos surtos psicóticos do casal, mas pelos incríveis cortes secos de imagem e som. Já é bem velhinho – de 2004 – mas sempre vale a pena ver de novo. E tem final feliz.

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“Blogs do Além” vira livro

São 99 blogs e mais dois prefácios: um verdadeiro, de Mino Carta, e outro fake, de Chico Xavier. Um ótimo presente para quando rolar o inimigo-secreto no seu escritório.

Top blogs do além:

http://www.blogsdoalem.com.br/kadaffi/

http://www.blogsdoalem.com.br/morrison/

http://www.blogsdoalem.com.br/davinci/

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Radiohead – paperbag writer

O vídeo não é oficial, mas a música é muito boa. Tinha que ser do Radiohead.

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Post português sobre o neo-frugalismo

Disponível em: http://origemdasespecies.blogs.sapo.pt/1168484.html

«Os portugueses estão rendidos ao neofrugalismo», diz o Público. O que é o neofrugalismo? Uma nova tendência musical, uma vanguarda literária, um sistema ocidental de feng-shui? Não: uma coisa sensata, «a tendência mundial de consumo que foi prevista em finais de 2008 num relatório do falido banco de investimento Merril Lynch». Há males que vêm por bem.

Mas há coisas que convém situar no tempo. O «neofrugalismo» é, realmente, o modo como vivem os povos do Norte da Europa, muito longe dos padrões de consumo norte-americano — e, convenhamos, português nas últimas décadas. Ir ao restaurante uma vez por semana, ou menos; pensar bem antes de entrar numa loja de electrodomésticos, fazer contas antes de imaginar o novo computador, não acumular objectos desnecessários, jantar em casa — aquilo que o «neofrugalismo» propõe é, antes de mais, um modo de vida de país desenvolvido.

Quantos dos meus amigos suecos ou noruegueses vão jantar fora por mês? Muito, muito menos do que os portugueses. Quantas vezes trocam de carro ao longo da vida? Muito menos do que tem sido o padrão de consumo português e infinitamente menos do que é a norma norte-americana. Ao ler as estatísticas queixosas da indústria automóvel, por exemplo, não é possível evitar um encolher de ombros quando se lê que «este ano se venderam menos xxx carros do que no ano passado»; a doutrina do crescimento infinito, boa para excel e para gestores saídos da Procter & Gamble, tinha de ser posta em causa algum dia. Não só por causa da crise demográfica e porque os recursos do planeta são moderadamente finitos —mas porque não é sensato imaginar um mundo em que o destino de todas as economias é a delapidação contínua do património familiar em bens de consumo insensatos.

A chamada mediocridade nórdica (que não é apenas assunto de poesia — mas, já agora, está lá, desde o Havámal) tem a ver com isto: consumir menos, sujar pouco, contentar-se com a modéstia, produzir melhor. É um modo de vida que não pode ser confundido apenas com o «neofrugalismo», ou seja, como uma tendência irremediável de consumo. Menos iPods por ano, menos carros, menos desperdício, saber cozinhar, aproveitar o tempo para ler, menos idas ao cinema, etc.; ou seja, estar menos dependente, viver de acordo com as possibilidades.

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Menos é mais – ser frugal está na moda

Menos é mais – Frugal is the new back.

Nada de ter centenas de sapatos e peças de roupa que nunca são usadas. A moda – pelo menos nos países em recessão -  é ter um número limitado de peças básicas e essencias. Será que cola?

Sites e blogs que ensinam ficar na moda gastando pouco estão pipocando pela internet:

The recessionista – therecessionista.blogspot.com
Frugalista life – www.frugalistalife.blogspot.com
Frugalism – www.frugalism.com

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Neo-frugalismo: vamos nessa?

Frugalismo: Evitar qualquer gasto desnecessário de dinheiro ou de qualquer coisa que será usada ou consumida. Evitar desperdício. 

O neo-frugalismo é uma onda que está tomando conta de países desenvolvidos. Diante da crise, europeus – e até americanos! – estão realmente pensando antes de comprar. Enquanto isso, habitantes de países emergentes como China, Brasil e Índia estão ‘caindo de boca’ nas novidades da tecnologia, moda e tudo mais que se possa imaginar, elevando o PIB e celebrando as cifras crescentes. Não seria o momento de apostar em uma outra lógica de mercado, se é que isso é possível? Afinal, país rico é país sem pobreza ou é país que consome muito?

O que aconteceria se o mundo todo embarcasse na onda do neo-frugalismo? Se as pessoas parassem de consumir sem necessidade, o mundo entaria em colapso ou a indústria e os bancos simplesmente teriam que encontrar outra maneira de operar?

Eu pagaria pra ver.

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